23 janeiro 2015

um pouco de cultura

Fui ver o Play Loud na Comuna.
Adorei a rapariga mais nova - representa bem, canta lindamente. Cada vez que cantava dava vontade de aplaudir. Devia gravar um disco, ter uma banda, dar concerto!
Também gostei da Cucha Carvalheiro a cantar - muita agressividade, vestia mesmo a personagem da cantante de punk.E depois da "salsera".
O Carlos Paulo parece estar numa brincadeira com os amigos - ri-se e diverte-se durante o espectáculo todo, com o elenco e com o público. Puxa o cómico para o espectáculo (às vezes). 
O rapaz novo teve piada no seu monólogo sobre filmes. Esteve bem no resto, mas na cena com o Carlos parecia estar cada um no seu tipo de registo de representação - o rapaz a ser natural/realista, o Carlos Paulo colocando a voz, fazendo pausas, sublinhando a cada palavra "isto é teatro" com a entoação.
O guitarrista ao vivo dava vida à coisa e tornava tudo melhor.
Sai-se de lá bem disposto!
Mas como a personagem do rapaz novo dizia dos filmes que via "não percebi nada".
(ah, e dispensava o filmezinho porno)

Entretanto estou a poucas páginas de terminar um livro chato: No céu não há limões
Sim, claro, poderia desistir. Porquê continuar a ler se é chato?
É que na verdade começo a ter curiosidade em saber se o Ogre morre no fim, se a Adolescente é boa ou má, quais são os planos deles contra o Padre, que raio faz a serpente na história...
Mais uma noite e terei as dúvidas solucionadas.

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