15 dezembro 2014

Não sou teenager e os erasmus já deram o que tinham a dar

Lá vamos nós de regresso ao país de origem.
Que coisa boa!
Também foi bom o estrangeiro, a experiência da estadia fora, a necessidade de fazer amizades, perceber como funciono, enfim...
Sei que tudo vai ser melhor e mais bonito visto pela lente da distância e do tempo.
Agora tenho pena de não ter sido espectacular, de não querer emigrar para o Brasil, de não ter um jantar de despedida com 20 pessoas a pedirem "Volta! Volta!". Mas sou eu e é assim. Não mudei com o calor.
Tenho mais de 20 a dizerem "Regressa, regressa, regressa" e isso sabe-me bem melhor!

Ilha Grande

Pão de Açúcar

Foi bom ter trazido a Mariana e fazer com elas umas voltas. Tenho a certeza de que sem ela os últimos dias teriam sido bem mais dolorosos e custosos de passarem.

Conclusão: estou madura. Gosto de convívio, mas não idolatro a copofonia (até me cansa quando em repetição continuada), aprecio os prazeres da vida independente das cultura regional (corridas, escaladas, leituras, cinemas, teatros, concertos, ...). Gosto da minha família. Tenho um lar e um lugar.

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