06 junho 2014

o sofrimento do investigador

Dias, dias, meses, anos a pesquisar uma informação. Sempre a colocar uma nova hipótese sobre onde essa informação possa estar, que outros fundos a contêm, sob que outros títulos poderá estar classificada.
Encontra-se um novo fundo que parece responder à nossa pesquisa. Guardamos todas as esperanças para esse novo documento. Esperamo-lo com ansiedade no silêncio da sala de leitura, com a esperança de que corresponda aos nossos anseios. 
Chega e manuseamo-lo com cuidado - afinal, é lá que está o tesouro.
Todas as palavras, fólio após fólio, são lidas do princípio ao fim para que não se perca nada. A cinco palavras do fim do documento guardamos a esperança para que seja mesmo ali, no final, que está tudo.

MAS NÃO ESTÁ, PORRA!

Tanta coisa documentada e do que eu preciso nada! O meu homem andou à paisana no séc. XVIII? Undercover?!

Aparece, gajo, que eu estou à tua espera para te fazer um elogio laudatório!

2 comentários:

gralha disse...

Se calhar já conheces, mas vê lá: http://tapastic.com/episode/40056

ERA. Alves disse...

Quanto mais se investiga, mais curte a experiencia.