11 novembro 2011

caraças

Li a Melissinha e senti-me espelhada no primeiro parágrafo. Também eu carrego as culpas de tudo, desde o não dizer boa noite ao vizinho como das intervenções e questões que fiz na aula. A sensação de culpa e de asneira é tão constante, que muitas vezes nem questiono e assumo logo as culpas de um erro que não cometi. Ultimamente tem acontecido bastas vezes e em geral a tentativa de correcção imediata do erro acaba por criar um novo disparate (porque afinal não me tinha enganado) de forma que ando sempre a padecer do stress pós-asneira: que varia entre o stress pós-pseudo-asneira e om pós-pseudo-pseudo-asneira. É muito cansativo... e ocupa-me imenso a cabeça, não me deixando livre para outras acitividades intelectuais.
 
Como é que isto se pára?
Eu sei, é o terceiro parágrafo da Melissinha. Vou assumir as minhas qualidades do caraças e está feito!

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