19 julho 2011

Obediência

Estreei-me na ida para o trabalho de bicicleta. É engraçado.
A parte mais complicada é levar a miúda à escola. Ela também vai de bicla. Em todo o percurso eu só lhe dou ordens: vira, pára, anda, espera, mais devagar, esquerda, frente, direita, não pares, olh'ás pessoas!, usa o travão, vai para a bicicleta, mais depressa, etc... de forma, que aquilo a aborrece um bocado. Eu tenho pena, mas enquanto ela não conseguir tomar estas decisões sozinha a única coisa que eu posso fazer é partilhar as minhas com ela e obrigá-la a obedecer-me. Espero que ela não desista disto, por causa das ordens. Mas há situações em que não pode haver cedências à obediência... Expliquei-lhe isto. Entenderá?

Nota: a foto é do Parque da Bela-Vista.

14 julho 2011

Mau humor

Há coisas que me fazem mal e outras que me fazem pior.

Jardinagem

A minha sardinheira, que foi o meu orgulho de jardineira insipiente e incipiente, transformou-se num "Agora", que nem dá direito a foto (para não ser acusada de negligência e maus tratos a vegetais). Ficam aqui os registos dos seus tempos de glória.


Quando chegou a nossa casa


Umas semanas depois

08 julho 2011

Don't trash our world

Num daqueles dias de Inverno em que chove muito, muito o dia todo, fui até casa dos meus pais. Estacionei o carro e, quando estava a tirar qualquer coisa no porta-bagagens, vi que estava no chão uma t-shirt, toda molhada (naturalmente), enxovalhada, pisada e enlameada. Pensei guardá-la no carro, mas para além de estar encharcada, parecia-me que aquilo era mais um trapo que uma t-shirt e, além disso, podia ser que o dono a viesse buscar.
Horas mais tarde, quando me ia embora, passei novamente pela t-shirt e resolvi levá-la comigo.
Lavei-a. Continua com muitas manchas nas costas, mas agora é uma das minhas preferidas. Á frente diz assim: "Don't trash our world".

04 julho 2011

Para acabar de vez com as dúvidas


Quando temos dúvidas sobre se devemos comprar o passe do metro para uma miúda de 4 anos, que só o vai usar metade do tempo de validade do passe, nada melhor do apanhar com um grupo de revisores à saída, para termos a certeza de ter dado o dinheiro por bem empregue.