25 agosto 2010

ainda em férias

Já fomos a Tavira, Sagres, Aljezur, Comporta. Regressámos a Lisboa, resolvemos os meus problemas mentais (ânsias, dúvidas e quejandos) e estamos de novo de partida, já com a casa e nós próprias preparadas para o regresso ao trabalho.
Continuo a sofrer do meu ombro, o que invalida muitas das actividades de férias, mas aguenta-se.
 
A Mariana está gira, mas às vezes absolutamente irritante. Ou sou eu que ando irritável.
Ela tem de começar a falar melhor e eu tenho insistido mais com ela para corrigir as palavras e frases e ela, apesar de conseguir dizer, insiste em não fazê-lo - diz que não quer mais ou muda de assunto.
 
Deixo uma foto de S. Jorge, de que gosto muito.

15 agosto 2010

1ª parte das férias

Estivemos no Arrumário. Fomos as "primeiras visitantes estivais". E já voltámos.

Foi uma visita, mas acima de tudo foi uma experiência: foi ver até que ponto é possível ir fazer férias com a Mariana, conjugar o que gosto de fazer com o que é possível. Tivemos umas boas histórias, mas a conclusão final é: não.

Eu gosto de me mexer, de fazer qualquer coisa de desportivo, de me esforçar fisicamente e conseguir alguma coisa. E a Mariana só quer é praia, praia, e os amigos todos.

Assim, tivemos apenas uma aventura: descer a uma fajã em São Jorge (que me deixou o ombro estragado até hoje), mas que me soube muito bem, porque conseguimos as duas ir até lá abaixo e voltar acima (4 horas de caminhada puxadinha). Contudo, o estado miserável em que fiquei deteve-me de tentar outra caminhada por lá.

No regresso à Terceira ainda quis ir com ela fazer uma outra, mas para além de me perder no caminho até ao início do percurso, e de durante todo o tempo só a ouvir dizer que queria ir para a praia com a "mãe Raquel", pouco depois de iniciarmos o percurso fomos surpreendidas por dois cavalos: um deitado no chão com ar doente e outro a olhar por ele. O cavalo que estava em pé pediu-nos ajuda (não percebo nada de cavalos, mas tenho a certeza que era isso), e quando nos fomos embora veio atrás de nós e quando nos deixou relinchou, como se fosse um "venham cá por favor". Com isto, desistimos deste outro percurso. E assim, só tivemos uma aventura a duas nestes dias.

 

Fora as aventuras aconteceram coisas espectaculares: uma foi ter conhecido a Raquel, que foi com quem estive mais tempo e é realmente uma sorte do caraças os meus amigos terem sempre namoradas(os)/maridos/mulheres muito porreiras(os). É mesmo uma sorte! Assim, foram uns 15 dias na companhia da boa disposição da Raquel, a falarmos sobre tudo, mas principalmente miúdos e gravidez. O Zé Maria depois do trabalho e das corridas ainda tinha paciência para me mostrar a Chanoca, onde tive a honra de o assegurar no encadeamento de uma via que lhe andava atravessada, e escalar uns bocaditos comigo.

 

Comi sempre muita bem (até já acredito na Bimby!) e bebi muito bem também (daí ter regressado com uma barriga descomunal, em que a minha irmã reparou logo mal me viu no aeroporto). Para a próxima tenho de levar os ténis para ir correr.

 

Obrigado, Família Maravilha!

 

(muito mais aconteceu, mas nós estamos de novo de partida).