31 maio 2010

microondas II

experiência de bolo de chocolate: terrível!!!
bifes de perú: razoável.

Lá vamos vivendo sem gás, mas começa a cansar.

27 maio 2010

microondas

Sem gás em casa, tenho descoberto as virtudes do microondas e ontem cozinhei um arroz de peixe espectacular!!!
Então: filetes de pescada cortados aos bocadinhos, mais cebola aos bocados, tomate aos bocados (tudo para dentro de um recipiente que vá ao microondas), temperos a gosto, uns bocaditos de coentros, um copo de arroz, mais um bocado de água a ferver e vai tudo para dentro do microondas uns 18 minutos no máximo da potência. Eu parei a meio para ver o que estava a acontecer e aproveitei e remexi a mistura. Ficou um espectáculo. Não tão apurado como algo que fica ao lume meia hora, mas ainda assim deliciei-me.
Um dia destes experimento qualquer coisa com carne.
E noutro dia destes tenho de fazer experiência com bolos.
 
E ainda noutro destes dias, espero conseguir ter gás (essa coisa maravilhosa). Afinal de contas já comprei um fogão e um esquentador. Dava jeito...
 
De resto, nem tudo corre bem mas tenho sobrevivido devido ao facto de estar viva -  mesmo que não apeteça, vive-se todos os dias quando se está neste estado.
 

21 maio 2010

impostos

Epá, fui agora surpeendida pelo simulador de IRS das Finanças!
Foi a primeira vez que o consegui usar e não é que o gajo me diz que tenho de pagar centenas de euros!?
JESUS!!!
Tive um ano de trabalho contratado na vida (que acabou em Março), quando fizemos o contrato tivemos de aceder em trabalhar mais e ganhar menos por conta de todas as benesses que íamos receber e não é que agora o subsídio de férias tem de ir pagar o IRS? Ó caraças, mas assim estive a trabalhar mais e ganhar menos ao final do mês para quê?!
Tanto mais que o contrato foi só um ano, voltámos ao recibos verdes, nem tivemos direito a ser desempregados porque é preciso trabalhar mais que 365 dias e agora, depois dos descontos todos que fizémos, PIMBA, paga lá o imposto.
 
Não percebo e estou triste.
 
 

20 maio 2010

Sobre a vírgula




Sobre a Vírgula

C
ampanha dos 100 anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.


Detalhes Adicionais:
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.


* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...




Sou mulher - sei pontuar uma frase de modo a que ela tenha sentido gramatical e produza afirmações verdadeiras em simultâneo.

19 maio 2010

queixas

Tem sempre piada ouvir música de intervenção do Pedro e Diana. Eu devia fazer mais do que ouvir música. Devia intervir. Isto está a precisar de intervenção. E o problema não é a crise financeira, mas a crise de honestidade e integridade que grassa por aqui.

18 maio 2010

casa IIIII...

Não consigo parar de me cansar.
Ontem troquei os móveis do escritório com os do quarto da miúda.
Ela foi para a cama e pouco depois fui eu. Assim, que me fui deitar apercebi-me de que tinha de voltar a pôr tudo como dantes.
Por isso, se ontem me cansei, dizendo "mas é a última vez e depois fica tudo estabilzado", hoje vou cansar-me de novo, mas já não sei se me consigo motivar com um "é a última e depois fica tudo estável".
E ainda há tantas pequenas coisas para fazer.
Queria uma semana de descanso. Uma semana em que não arrumasse, não montasse móveis, não carregasse coisas. Talvez só mesmo daqui a muito tempo.

Mas sim, está tudo cada vez mais arrumado, embora ainda não tenha conseguido fazer uma grande purga e livrar-me de toda a tralha inútil.

Houve uma limpeza em fotografias, mas mesmo assim, livrando-me de todas as fotos mal tiradas e feias, de pessoas que (já) não sei quem são ou que não interessam, fiquei ainda com carradas de de álbuns de fotografias.

Mas, com esta viagem pelas fotos, fiquei com saudades de fotografar em película e das minhas experiências lomográficas. A ver se quando acabar as arrumações me distraio com isso.

17 maio 2010

Dias em cheio

Às vezes parece que não faço nada e depois, ao fim do dia, quando estou sentada a comer caracóis com um amigo que em pergunta "o que fizeste hoje?" é que reparo, enquanto respondo, que fiz muita coisa.
Assim: acordar, limpar a casa, pintar o escritório e arrumar, almoçar, à tarde ir escalar, depois ir ao CCB ver a exposição da Joana Vasconcelos e depois caracóis. Muita actividade gira, não é?
Noutro dia: arrumar a casa, pintar o quarto da Mariana, ir para a rua e apanhar uma festa da criança com pinturas, insufláveis, comida à borla e balões, ir à feira do livro, comprar 2 (a vida está cara e as prateleiras cheias), ir à Baixa, visitar o MUDE, ir ver o Terreiro do Paço arranjado (?) e o Cais das Colunas, voltar a casa, almoçar e ir para uma festa de anos no Montijo. Grande dia, pá!

E depois digo que estou muito cansada para fazer coisas. Pudera...

12 maio 2010

de uma caixinha pequenina: as memórias

No resultado das minhas inúmera arrumações, tenho feito uma selecção de coisas que ainda vou manter e outras que nos deixarão para sempre. Só ficarão na memória.
 
Deitei fora moradas escritas em cartões do Sempre em Festa que tinham o nosso nome próprio; alguns desenhos de um namorado melancólico e piadas de outro namorado cheio de humor pós-moderno; recibos das minha quotas de sócio no GCP; livro de instruções da minha primeira máquina fotográfica; bilhetinhos de pessoas que não sei quem são; o meu cartão de Alberguista, de Estudante Internacional, do meu primeiro cartão da Biblioteca Nacional, cartão de Campista, vários cartões da ADSE fora de prazo, um forfait da primeira viagem à neve; fotos horrorosas do concurso lomográfico em que participei, etc...
 
Guardei medalhas de campeonatos e demonstrações de ginástica em que participei; a minha primeira composição "genial" de 1983; pins do GCP; o cabeçalho da minha primeira negativa (8º ano); uma colecção de módulos de autocarro e metro (não sei porque os guardo, mas um dia deitei fora todos os módulos mais antigos do Metro, os amarelitos, e agora tenho pena de não ter já nenhum desses. Porquê?!); bilhetes dos concertos de Beck e Pearl Jam; instrucções da segunda máquina fotográfica; cartão de estudante da Licenciatura, passe de entrada na EXPO 98; selos antigos; piadas do namorado de humor pós-moderno, folha de cópia da Maratona Fotográfica, passe do metro de Londres, etc...
 
Pensei que devia deitar coisas fora e acreditar que me consigo lembrar do acontecimento de que são origem. Pensei até, como exercício de escrita e prática de limpeza, escrever um texto sobre o que aquelas coisas me lembram, por que as guardei, o que evocam, tudo. Esgotar o significado dessas coisas no papel para as poder deitar fora sem receios de perder memórias importantes e siginificativas. Era um excelente exercício.
 
Isto é já um exercício para o exercício.
 
Pode ser que reduza a minha casa a um caderno ou dois (também tenho cadernos meio escritos guardados - é bom dar-lhes uso).

cansaço

Depois da mudança de casa, da recepção aos novos electrodomésticos, da pintura de uma despensa, pintura de alguns rodapés, tentativa gorada de enfiar toda a tralha nos móveis que tenho... depois de tudo isso, ando cansada.
Cansada e com saudades da minha outra casa e dos magníficos e imensos armários que lá havia. Eram tantos, tão espaçosos, tão bons, tão lindos, tão práticos... Tãos saudosos!...
Tenho também saudades da máquina de lavar roupa. Esta parece-me demasiado eficiente para mim. Faz barulhos estranhos, toca música no final da lavagem e abana de tal forma que já tinha mudado de sítio quando fui ver se estava tudo bem. Depois fiquei a agarrar nela até se acabar a lavagem. Felizmente escolhi o programa "algodão rápido" e baixei a centrifugação para 800.
Tenho também saudades de ter pouca coisa: da outra vez quando me mudei não tinha nada, foi tudo adquirido aos poucos. Agora tenho carradas de coisas e não sei onde as pôr.
E ainda tenho a cama  a meio do quarto à espera de pintar a outra metade dos rodapés e depois ainda falta as portas e etc.
 
Também anseio pelo gás e consequente comida cozinhada e banho quente sem esforço.
 
Como ando sempre a limpar/ pintar/ arrumar a miúda tem passado o tempo em casa a ver bonecos. São quase dois filmes de seguida. Sinto-me mal com isso, mas se não fôr assim também não consigo fazer nada.
 
Ontem dei-lhe autocolantes que andei a pedir há 20 anos atrás em centros comerciais. Havia essa moda, de pedir autocolantes, tal como coleccionar "folhas queridas". Às "folhas queridas" deu-lhe ela uso o ano passado. Ontem à noite, em 5 minutos conseguiu dar conta de autocolantes guardados há vinte. É mesmo um espectáculo.
 
Nada melhor que um filho para fazer reciclagem.
 

06 maio 2010

Uma música dedicada ao meu frigorífico, que está quase a chegar



Não o vi: só sei que é branco, tem 55 de largura e é Candy.
Esperamos uma longa existência em conjunto.

aquela máquina

Já tenho o meu primeiro grande electrodoméstico: a máquina de lavar-roupa. Mas acho que que gostava mais da outra. Parece-me que esta (apesar de super-potente) não é tão gira como a antiga. Mas era das mais baratas e o preço conta. Até é gira, mas na realidade os 55cm de profundidade eram treta e ainda tive de partir a aduela. A sorte é que estava um amigo meu em casa, senão, com a minha fúria do "não cabes na porta, uma ova!" ainda tinha feito algum mal máquina. Ainda lhe tirei o tampo e tentei tirar a porta, mas quando comecei a comprimir em demasia o botão, percebi que estava na altura de parar de tentar passar "o camelo pelo buraco da agulha".
Já lá está a funcionar. Tem música quando se liga e desliga - primeiro em crescente e depois em decrescente. Tem lavagem retardada e protecção contra crianças que mexem nos botões em que não devem.
 
À noite dedicar-me-ei ao meu primeiro rodapé e à leitura das instruções do brinquedo novo.

05 maio 2010

Fwd: Fw: Mães



 

 

Assunto: FW: Mães


AS MÃES SÃO O MÁXIMO!!!!!!!!!!!!!!



Caminhava com a minha filha de 4 anos, quando ela apanhou qualquer coisa do
chão  e ia pôr na boca.   Ralhei com ela e disse-lhe para  nunca fazer
isso.
Mas porquê? - Perguntou ela.   Respondi que se estava no chão estava sujo e
cheio  micróbios. Nesse momento, a minha filha olhou-me com  admiração e
perguntou:
Mãe, como sabes tudo  isso? És tão inteligente... Rapidamente  reflecti, e
respondi-lhe:  - Todas as mães  sabem estas coisas.  Quando alguém quer ser
mãe, tem que fazer um teste e  tem que saber todas estas coisas, se não,
não pode ser mãe.   Caminhámos em silêncio cerca de 2, 3 minutos. Vi que
ela pensava ainda sobre o assunto, e de repente disse:  - Ah, já percebi. Se
não tivesses passado o teste, tu eras o pai!... - Exactamente, respondi com
um grande sorriso na  boca.


E agora quando parares de rir, envia  isto a todas as outras mães e aos
pais que tenham  humor!!!...



03 maio 2010

Iupi!!!

Mudámos!
 
A casa ainda está cheia de pó em toda a parte, não temos electrodomésticos nem gás, mas já lá estamos.
Agora é sempre a limpar, limpar, limpar. Pode ser que um dia o pó desapareça, embora com as obras em vários apartamentos do prédio ainda a decorrer seja um bocado complicado dizimar o pó todo.
A miúda parecia um bocado reticente, mas parece que já lá fica em casa sem problemas, Vamos ver como corre.
 
É mesmo bom, apesar de nos flatarm coisas básicas: água quente, fogão, frigorífico e máquina de lavar roupa. É uma mistura entre o estar acampado e o estar em casa, mas estamos no bom caminho. Iupi!!!