30 abril 2009

À espera do Marujo


No meio dos textos de teatro do séc. XVIII os meus colegas encontraram um texto que fala de uma jovem que só queria estudar e não tinha interesse pelo casamento e a quem o pai queria arranjar noivo. Ela não se interessou por nenhum dos pretendentes que o pai lhe arranjou.
Mais tarde, ao despoletar um fogo ela desmaia, e acorda nos braços de um Marujo, com quem se casa posteriormente.

O parecer da Censura da altura foi este:
O entremez que tem por título, A Dra. Brites M., eu o acho por uma parte demasiadamente muito chulo e indecente, e por outra nada instrutivo, e ao mesmo tempo com pouca graça. Pelo que julgo indigno de se imprimir.

Lisboa, 27 de Maio de 1771

Mais tarde foi publicado (daí o facsimile).

1 comentário:

pauinha disse...

Está giro, está! :)