04 dezembro 2008

crítica literária

Com pouco esforço lá fui requisitar um livro: Terna é a noite, do F. Scott Fitzgerald.
Nem faço ideia se é isso que quero ler, mas faz sempre bem ler uns clássicos.
Além do mais, em casa, quem me andava a acompanhar na cama era o Italo Svevo e o Embuste perfeito (?), mas não estava a achar piada nenhuma aquilo. Nem da história nem da escrita, nem das personagens.
Acho que por muitos escritores serem homens velhos, as personagens principais são muitas vezes homens velhos. Com quem não me identifico: nem com as atitudes, nem com os problemas, nem opções, gostos, nada... Não quer dizer que só goste de livros que tenham pessoas iguais a mim (GRANDE NÁUSEA!!!!), contudo homens velhos armados em artistas não é mesmo a minha onda.
 
Uma vez li dois de seguida com personagens assim. Acho que era o Na tua faceO sabor da maçã. Ainda por cima, põem os artistas com miúdas novas, super inteligentes, dinâmicas, espertas, lindas de fazer inveja apaixonadas por eles.
Que massagem ao ego!...
 
Mas agora já tenho o Fitzgerald. Vamos lá ver o que sai daqui.
É que hoje, ainda por cima, resolvi fazer a viagem de metro longa por achava que tinha o Svevo comigo e me apetecia ler um bocado (sem sono) e quando abro a mala não estava lá nada.
Foi aí que me decidi que ia à biblioteca. E fui.
 
Às vezes fazer qualquer coisinha por nós é mesmo fácil.

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