29 dezembro 2008

Pós-natal

Ontem cheguei do Natal: com 4 sacos escada acima, uma gripe (das da TV!) e sem filha (com os avós, mais uma vez).
Logo ao chegar ao meu bairro e ao passar à porta do Sou, lembrei-me que havia lá qualquer coisa e, como ainda não era tarde, resolvi ir ver gente. Fui.
Era uma tertúlia sobre coisas que me dizem pouco e num ambiente que também me diz pouco, mas foi bom ver algumas pessoas e trocar algumas palavras. Mas regressei logo para casa. Não me sentia bem ali. Estou sempre com a Mariana, de maneira que depois parece que já nem consigo conviver como antes.
Cheguei a casa, pus a roupa a lavar, vesti o pijama, decidi os planos para a noite: ler um bocadinho deste e um bocadinho dele, deitar cedo, curar a gripe.
A certa altura, contudo, pensei "Ó Marta, vai mas é ao cinema. É hoje a tua oportunidade."
E fui.
Ver O silêncio de Lorna. Gostei. Mas acho que só o facto de ter ido ao cinema me fez gostar mais do que o próprio filme. A ausência de cinema era tanta que só o olhar para a tela gigante era fixe! Acho que senti, pela primeira vez, aquela magia das salas de cinema e do écrã gigante de que algumas pessoas falam e a que eu pouco liguei.
Para mim o cinema, como o teatro, tem o grande inconveniente do público. Que em geral me irrita. Basta uma pessoa com telemóvel a tocar, ou ouvir relatos de futebol, ou rir alarvemente para me estragar a sessão.
Se calhar é raiva acumulada (ou stress, raiva fica mal).
Mas esta correu muito bem e gostei.
 
Chegada a casa estendi a roupa, ainda vi umas curtas na 2 (odeio coisas sobre violações e exploração de mulheres e crianças: o Europa 2007). Depois vi outro filme, com base no Peter Pan e no J. M. Barrie (como é que um filme completamente dedicado à família e às crianças nos intervalos tem cenas de sexo explícito?! Sei que era tarde, mas não compreendo na mesma. Aquela nojeira de publicidade de vídeos dos telemóveis devia ser banida da televisão). E depois ainda fui ler um dos meus presentes de Natal, Os passageiros da noite do Haruki Murakami, que está a correr bem, mas a ficar esquisito: começa a meter ficção científica e não estou habituada a tal. Resultado: adormeci por volta das 3h! Que disparate...

23 dezembro 2008

o natal é um stress

Não tenho tempo para mais: BOM NATAL!

19 dezembro 2008

os amigos da Mariana

A Mariana é muito amiga: ela estende os braços a quem lhe abre os seus e beija a pedido.
Tudo bem, até certo ponto.

Ao sair de casa cumprimentamos sempre com muita efusão e sorrisos o arrumador, o Vítor; descemos um pouco a rua e é altura de saltar para o colo do senhor que guarda a capela; mais um bocadinho chegamos ao Metro e dizemos adeus ao segurança; à saída da creche, ao descer a rua, é preciso correr até ao carrinho das castanhas (a ponto de alvoraçar os presentes que pensam que ela se vai atirar contra as brasas) e fazer gracinhas à vendedora...
E agora arranjou mais um amigo: o pedinte sentado no chão, mal-cheiroso e sujo. Ele chama-a, estende-lhe os braços e lá vai ela a correr, senta-se ao colo dele e ele beija-a na cara e ela a ele.

Eh pá! Eu não quero isto! É pela falta de higiene - o homem deve ser um ninho de micróbios e bactérias famintas de um corpinho saudável e tenrinho.
Mas para não parecer (ser, sei lá!) xenófoba digo assim: "anda, já estamos atrasados" e quando a consigo arrancar dos braços dele: "Diz adeus ao senhor". A situação faz-me confusão. Ainda por cima porque o pedinte me agradece por a Mariana lhe ter dado um abraço.

rescaldo da festa

Como já disse, as últimas festas da creche não correram bem: no 1º ano esteve a dormir no Natal (tinha 4 meses) e não esteve presente na de fim de ano lectivo; no 2º ano eu cheguei 5 minutos atrasado à de Natal e perdi a aparição dela, na de fim de ano cheguei bem cedo e fiquei à frente, o que fez com que ela, mal me viu, saísse do "palco" para o meu colo. 
 
E assim chegámos a esta: cheguei um pouco tarde, o que fez com que tivesse de empurrar a porta da sala, empurrar as pessoas atrás da porta, empurrar pessoas para chegar à frente, arranjar um lugar péssimo (daqueles em que temos de estar em bicos de pés, inclinadas para o lado e, mesmo assim, só conseguimos ver alguma coisa quando as 3 pessoas à frente estão numa combinação que nos permite olhar por um buraco através delas) e manter-me inamovível para não mo tirarem. Além de todos estes incómodos e esforços físicos, acabamos por nos chatear com quem está à volta, porque mal alguém se mexe um centímetro, empurra imediatamente a pessoa do lado um centímetro, que tem de empurrar a outra e assim sucessivamente. Eu não cheguei a refilar com ninguém, mas quem chegou ainda mais tarde que eu teve de barafustar para entrar (porque o senhor atrás da porta não queria esmagar nem empurrar o que estava à sua frente) e barafustar para ver.
 
Para culminar, apesar de conseguir entrever a Mariana com muito custo, mas conseguia!, houve alguém que abriu uma porta mesmo à frente dela no momento da actuação e ela desapareceu. De qualquer forma não cantou. Nem ela nem os outros. É confusão a mais, quente demais e acho que para o ano não queremos saber da festa para nada.
 
Além do mais, estive a fazer os biscoitos de limão muita bons (mas mesmo muita bons!) e não os comeram. Portanto, acabou-se!
 
Quer dizer, talvez... Imaginar que a miúda vai cantar com a turma dela e eu não vou ver é inconcebível. Hei-de arranjar outra solução. Mas gostava mesmo que aquilo fosse uma coisa agradável, que permitisse o contacto entre as pessoas, mas um contacto mesmo físico e forçado.

16 dezembro 2008

festa na creche

Hoje é a festa de Natal da creche.
Ontem não podia já com a festa (tenho de fazer bolos, pinheiros, comprar prendas), mas hoje já estou mais bem disposta.

O ano passado não cheguei a tempo e depois, para compensar, na festa de fim ano cheguei bem cedo, mas ela mal me viu saltou do palco e veio para o meu colo.
De forma que tenho de pensar na estratégia para chegar cedo para arranjar um bom lugar, mas não estar demasiado visível.
Gostava mesmo de a ouvir a cantar com os outros.

E esqueci-me da máquina fotográfica... alguma coisa haveria de ser.

15 dezembro 2008

o mundo em que vivemos

Li agora um post com o qual concordei tanto que escrevi um comentário enorme (só ía pôr duas palavras, mas depois despejei).
Aqui fica o meu comentário:

concordo, concordo (com o post).
Só não bato palmas porque é triste que seja esta a sociedade que temos e que os telejornais e jornais estejam mais interessados em lavagens ao cérebro que em informação - eles anunciam que em Portugal o parque automóvel é menor que não sei em que país da Europa, como se isso fosse uma calamidade, qd no fundo só quer dizer que não precisamos, que deveríamos ainda ter menos carros e quem tem mais é que está mal.
Só mesmo uma crise a sério é que proteje o ambiente. Esta conseguiu pouco. E não falo por mim (que também ando de bolsos vazios).


Acho que só mesmo com uma grande crise, com os preços do petróleo, da comida e de tudo o resto as pessoas reduzem o consumo.
Eu, por exemplo, reduzi o meu consumo de livros: desde que deixei de ter dinheiro peço emprestado a conhecidos ou em bibliotecas. É tomar isto como modus vivendi: não custa, promove a comunicação e contacto com os amigos, partilhamos opiniões... só faz bem!
A redução do consumo também é imprescindível para acabar com os grandes grupos: viu-se os bancos, esses gigantes do capital, a irem-se abaixo como papel. Porque eles dependem todos de nós, as multinacionais só sobrevivem porque lhes pomos o dinheiro no bolso, de outra forma faliam.
É deixá-los falir!
Comprar menos carros, menos quinquilharias, produzir mais coisas com as próprias mãos, dar o que não precisamos, receber em segunda mão o que precisamos.
A crise criou opções alternativas, agora é continuar com elas e não desistir de transformar este num mundo melhor.
Eu duvido que seja possível, mas depois de deitar uma filha ao mundo tenho de fazer o que está ao meu alcance.

Calo-me. Penso toneladas de coisas sobre estes assuntos, mas calo-me porque não leio jornais, não vejo telejornais e por isso posso dizer muito facilmente disparates, embora acredite que as coisas são tão simples, que nem há razão para acreditar que esteja enganada.

10 dezembro 2008

o tempo

O tempo, ou melhor, a falta dele, e a correria para fazer tudo aquilo que devemos fazer a tempo, não permite que consigamos fazer todas as outras coisas que deixamos para depois. Nomeadamente o passarmos tempo connosco e com os outros.Não permite desfrutar as pequenas coisas que supostamente nos dariam prazer.
 
Por exemplo, os últimos livros que andei a ler: não lhes andava a achar piada nenhuma e nem conseguia perceber a escrita - era demasiado confuso, parecia que a intriga saltava daqui para ali sem nos avisarem, as personagens pareciam todas tontas, vazias.
Ora bem, tive a oportunidade de ler esses dois livros sem ser interrompida e com tempo para o fazer (não no intervalo da cozedura do arroz  ou quando já estou com tanto sono que nem consigo ter os olhos abertos) e gostei deles. Prenderam-me a atenção, quis saber o que acontecia a seguir, criei relações com as personagens. Afinal, só precisava de tempo. De dar o meu tempo e estar apta a receber.
 
Interrogo-me agora sobre que outras coisas da minha vida ando eu a afastar-me sem me dar conta.

Alçada

Estive eu a dizer mal do Catarina ou o sabor da maçã e do autor há cinco dias atrás e agora morre o Alçada Baptista. Desculpa, Alçada.
Vou ver se me redimo lendo outra coisa dele. Pode ser que com a idade já consiga apreciar a prosa, de que não gostei na adolescência.
 
 

08 dezembro 2008

eu pelos olhos dela

Estava farta da miúda. Só me apetecia dizer-lhe "não me chateies", mas ela apareceu aqui, abraçou-me e levou-me a ver os bonecos todos no chão a fazer ó-ó (que ela diz inclinando a cabeça, com a mão encostada à face). E pôs um indicador à frente dos lábios - chiu... Caí logo no charme dela - já é a mais linda do mundo outra vez.

Sou eu que lhe ensino a ser assim querida? Nas brincadeiras que tem com os bonecos, em que faz de conta, ela está sempre a ensiná-los, a dar papa, puxar o autoclismo, pôr a dormir. É sempre atenciosa e paciente com eles. Apoia-os. Eu adoro assistir a esses espectáculos. E ela a fazer festinhas aos primos bébés?! É um amor!
É mesmo comigo que ela aprende?! Eu sou um amor?!

O dia em que a vir berrar para um boneco "és um chato! larga-me" vou ficar tão triste por ser essa a imagem que ela tem de mim. Mas um dia há-de acontecer. Espanta-me de ser assim tão querida aos olhos dela.

Ainda bem que é assim que me vê. Mas é assim que sou?

Nem sei que diga...

Estou a preparar-me para segunda-feira e a pen onde tinha guardado as coisas desapareceu. Quem, como? Não sei.

Culpo a pirralha, que insiste em mexer nas minhas coisas.

Ainda tenho tanto para lhe berrar, tantos nãos para lhe dizer. Bolas! Eu vi-a ao pé do computador, mas ela tinha acabado de acordar e não me apetecia começar logo. Ainda por cima eu estava a acabar de ver um filme e não queria perder o final.

É que ela consegue estragar coisas tão rapidamente. E depois continua a querer que jogue com ela à bola e diga que sim, que é o urso, quando eu ando desesperada à procura daquela porcaria. Já vi em dois sacos de lixo, que não tem piadinha nenhuma.

E na verdade nem sei se foi ela. Mas como não responde às minhas perguntas, não me diz nada, apanha com as culpas.

Há alturas em que fico mesmo desejosa que a miúda fale e consiga responder a perguntas simples como esta "mexeste nalguma coisa?", "onde está isto?".

É que ando sem dinheiro e parece que tudo se estraga, rouba, vai para o galheiro de formas diferentes. É sempre preciso gastar dinheiro de formas diferentes.

Hoje ela foi saltar para cima da "varanda" do telhado. Eu berrava "Não! não!", mas não fui a tempo e a camela partiu-me uma telha. Depois perdi para aí uma hora a tentar tapar aquilo com um plástico, enquanto não vêm arranjar. Porque se não, infiltra-se água e depois cai o tecto da vizinha de baixo e lá vou eu pagar de novo. Ainda assim vou ter pagar o arranjo no telhado.

Estou farta de pagar. Uma pessoa faz uma estimativa de quanto vai gastar e acha que sobrevive e depois surgem sempre montes de merdas que nos lixam.

Estou farta.

E cansada de estar cansada.

06 dezembro 2008

Natal - antes e agora

Parece que as prendas já estão todas.
O meu saco das prendas é cada vez mais estreito e pequeno. Antes oferecia coisas maiores. Pensava mais. Agora penso em várias coisas que vão com cada prenda e muitas delas não estão relacionadas com o dar prenda. É pena...
Como disse a minha irmã mais nova: o Natal já não é como era. Pois não, agora nós somos as mães, não os filhos. Acho que ainda estamos a fazer a transição do receber prendas de toda a gente, para o receber de poucas e dar muitas.
E a transição não é só no Natal, é na vida. Dar, dar, dar. Dar muito, dar tudo. Ser mãe é mais pesado.
A grande alegria é os elogios rasgados de toda gente que conhece a miúda. Também já sei que ela é mais espectacular com os outros que comigo. Gosta de me chatear. Mas ainda assim não posso negar que é muito esperta, muito querida, muito comunicativa e alegre.
Acho que não sou eu que a ensino nem a motivo (por exemplo, agora está a beber água com uma colher de sobremesa, de dentro de uma panela que está no lava-louça, à espera de ser lavada).

O que será que ela vai escolher quando me escolher uma prenda?

05 dezembro 2008

o problema de gostar

Isto dos blogues é uma coisa dos diabos!... Vicante e incontrolável.
Ainda agora fui ao oito e coisa e lá dizia que o melhor blogue era o Mundo perfeito e agora estou a ler esse e tem tanta coisa que não dá para ler tudo até ao fim, embora haja vontade (porque na realidade parece interessante). Depois esse fala noutro e vamos saltando, o tempo passando e é uma confusão sem fim.
Gostava de pôr um limite naquilo que gosto.
Já me aconteceu pensar isso noutras situações. Acho que tenho tendência para gostar, o que é um problema quando depois nos queremos dedicar a todas as coisas de que gostamos.
Por isso é que me sinto forçada a não experimentar coisas novas para não cair no risco de gostar delas.
Mas é impossível!...

A minha lista de blogues para ler vai sempre mudando: às vezes ponhos uns para ver se gosto, depois tiro, depois ponho outra vez (ou nunca mais), surgem novos...

Agora não sei o que hei-de ler: Mundo Perfeito? Tralha (que também li pouco)? Ou o meu livrinho novo da biblioteca?

Bolas, bolas, bolas... Se não gostasse de nada era mais fácil.

04 dezembro 2008

guarda-chuva

Hoje de manhã, ao sair com ela de casa e ter de a pegar ao colo mais ao guarda-chuva e fazer a ginástica equilibrista que nos permite anda sem cair no piso molhado, fiquei cansada e muito arrependida de não ter comprado o raio do guarda-chuva de 10€ do Tweety no Continente.
Mais tarde, ao subir as escadas do metro com ela ao colo, mais o guarda-chuva, mais o cansaço, decidi: vou comprar o guarda-chuva e é já. Se tiver de ter barbies, terá!
À saída do metro há um quiosque que tem revistas infantis. Há tempos as da Barbie ofereciam chapéus-de-chuva. Felizmente, hoje eram as do Noddy. Assim, tem um às riscas que a deixa muito contente e a mim mais folgada.
 
Esperemos que não queira dormir com ele... (não me surpreenderia).

tricot

E não é que acabei de descobrir que afinal andava a fazer o tricot todo errado?!
De certeza que o ponto que inventei já está inventado, mas demorei muito a perceber que estava a fazer mal.
O aspecto parecia-me diferente daquele que costumo ver em camisolas e outra peças de malha, mas achava que era a minha inexperiência que o punha com mau aspecto.
Era mais ou menos isso, mas pior.

Agora que já descobri o ponto bom vou continuar. Nada de voltar atrás e fazer tudo de novo.

crítica literária

Com pouco esforço lá fui requisitar um livro: Terna é a noite, do F. Scott Fitzgerald.
Nem faço ideia se é isso que quero ler, mas faz sempre bem ler uns clássicos.
Além do mais, em casa, quem me andava a acompanhar na cama era o Italo Svevo e o Embuste perfeito (?), mas não estava a achar piada nenhuma aquilo. Nem da história nem da escrita, nem das personagens.
Acho que por muitos escritores serem homens velhos, as personagens principais são muitas vezes homens velhos. Com quem não me identifico: nem com as atitudes, nem com os problemas, nem opções, gostos, nada... Não quer dizer que só goste de livros que tenham pessoas iguais a mim (GRANDE NÁUSEA!!!!), contudo homens velhos armados em artistas não é mesmo a minha onda.
 
Uma vez li dois de seguida com personagens assim. Acho que era o Na tua faceO sabor da maçã. Ainda por cima, põem os artistas com miúdas novas, super inteligentes, dinâmicas, espertas, lindas de fazer inveja apaixonadas por eles.
Que massagem ao ego!...
 
Mas agora já tenho o Fitzgerald. Vamos lá ver o que sai daqui.
É que hoje, ainda por cima, resolvi fazer a viagem de metro longa por achava que tinha o Svevo comigo e me apetecia ler um bocado (sem sono) e quando abro a mala não estava lá nada.
Foi aí que me decidi que ia à biblioteca. E fui.
 
Às vezes fazer qualquer coisinha por nós é mesmo fácil.

03 dezembro 2008

acabaram-se as pilhas

Como é que é possível estar tão cansada que nem tenho tempo para escrever aqui?!
 
Eu julgava que este ano (sem 4 aulas semanais das 18h30 às 21h30) a minha vida ia ser férias e descanso a toda a hora.
O que eu acho é que o convívio diário com a miúda é mais esgotante que as aulas. Será?!
Que estranho!...
Os dias este ano parecem mesmo mais curtos, eu mais cansada, com menos energia, menos vontade de fazer coisas. Parece que não tenho tempo para nada. Ou sou eu que adio tudo? Como é que ando há semanas para ir buscar um livro à biblioteca? É coisa para demorar 15m. Ou menos!
 
Vou dormir a ver se passa.
 
Ainda por cima a chavala só se deitou às 10 e tal da noite, o que quer dizer que amanhã não acordamos tão cedo (ela é o meu despertador quando acordamos às 7h30, eu sou o dela a partir das 8h).
 
São 23h30 e estou cheia de sono e hoje acordei às 9h!!! Não é normal! Eu não posso estar tão cansada...
 
ENERGIA! ENERGIA! VEM CÁ!!!!

02 dezembro 2008

feriado

Lá fomos a almoços, lanches e jantares.
E para terminar em beleza, no feriado ficámos em casa e fizemos bolos (muita bons, com receita copiada dos babygrows, mas não com tão boa figura), castanhas assadas no forno, frango com cerveja e sei lá mais quê.
A pirralha caiu para o lado antes das 20h, mas tossia tanto que com ela a dormir tive de lhe dar o xarope e pôr gotas no nariz - a gente fá-los sofrer mesmo a dormir, coitadinhos...

Ainda arrumei o armário dos medicamentos, que andava a adiar por falta de berbequim que me ajudasse a pendurá-lo na parede. Mas por causa (acho eu) dos anúncios da TV com aquele miúdo que anda de cavalo de pau e depois toma comprimidos, pus o armário em cima de outro armário. Ao alcance da miúda, mas fechadinho à chave.

E dos outros milhares de pequenas coisas que queria fazer fiz algumas, mas parece que o tempo é sempre pouco.
Como?! Como?!
Como é que com 3 dias de férias não temos tempo para fazer coisinhas simples em casa.
Irra!
E continuo a precisar do meu livrinho aconchegante. Acabei por não ir à biblioteca e senti falta dele.
Dediquei-me à malha, mas o resultado do meu tricotar continua a ser um mistério para mim. Vou tendo ideias, mas ainda não sei como transformar aquilo em alguma coisa nomeável.