11 novembro 2008

Tudo cresce

Queria pôr aqui imagens do fim-de-semana (os riscos no chão, no tapete, nos móveis, na cadeira, mesa, banco e parede com caneta de feltro que não é lavável, e o nosso passeio de bicicleta no domingo, em que já me sentia melhor, até Belém), mas a net está contra mim.Ficam só para mim as imagens. Não faz mal.Gosto imenso de ter as imagens a passar no computador quando eu não trabalho durante algum tempo. De início ficava mesmo fascinada ao ponto de ficar a olhar para o écran eternidades em vez de fazer alguma coisa. Agora já consigo retomar a actividade, mas ainda assim fico sempre surpreendida quando aparece uma foto da Mariana, seja de quando tinha um dia, do ano passado ou mesmo de ontem. É sempre giro vê-la crescer assim, diante dos nossos olhos, aleatoriamente, evocando memórias aleatórias também e non-stop.Adoro o slide show shuffle!
Outra coisa que gosto (e é uma das vantagens de só ir correr ao Estádio 3 vezes por ano) é ver como as árvores cresceram desde a última vez. Há lá uns pinheiros que praticamente vi nascer, e sobre os quais me interrogava "quando é que eles me vão fazer sobre quando passar por aqui a correr?", "será que ainda corro nessa altura?". E agora já estão por cima da minha cabeça. Na maior parte até dá para passar por baixo. Estão grandes, eles! E verdinhos. Gosto muito de pinheiros, da caruma, do cheiro a resina, partir pinhões... Chato mesmo é a resina nos toldos das tendas: nunca mais sai.
Bom, tenho de ir fazer outras coisas.
Tudo cresce, principalmente o que me falta fazer.

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